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	<title>Suínos &#8211; FAIRFEED</title>
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	<description>Soluções em nutrição animal</description>
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	<title>Suínos &#8211; FAIRFEED</title>
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		<title>A importância da acidificação para leitões em fase de creche</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jun 2023 19:47:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Suínos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A suinocultura moderna preconiza que o desmame de leitões seja feito em torno do 21° ao 28° dia de vida, sendo esta estratégia fundamental para bons resultados econômicos da atividade. Por outro lado, os leitões neste período são imaturos fisiologicamente para os desafios que enfrentarão após o desmame, fazendo necessária a adoção de estratégias que [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A suinocultura moderna preconiza que o desmame de leitões seja feito em torno do 21° ao 28° dia de vida, sendo esta estratégia fundamental para bons resultados econômicos da atividade. Por outro lado, os leitões neste período são imaturos fisiologicamente para os desafios que enfrentarão após o desmame, fazendo necessária a adoção de estratégias que minimizem as consequências do desmame precoce.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A dificuldade para a produção de ácido clorídrico se caracteriza como um claro exemplo da imaturidade fisiológica na qual se encontram leitões desmamados próximo à 4ª semana de vida. Em situações normais, o pH estomacal deve-se encontrar entre 2,5 a 3,5, sendo o ácido clorídrico o principal responsável pela manutenção destes valores. Devido à baixa capacidade de produção do ácido, leitões desmamados precocemente sofrem com um aumento do pH estomacal, que favorece o desenvolvimento de bactérias patogênicas, além de diminuir a ação de enzimas digestivas como a tripsina e pepsina (que são ativadas em pH próximos a 3). Consequentemente, a digestibilidade dos alimentos é dificultada e há um favorecimento para que bactérias patogênicas se desenvolvam.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dentre as várias estratégias nutricionais que podem ser usadas como meio para aumentar a acidificação estomacal de leitões, o uso de ácidos orgânicos se caracteriza como o mais vantajoso e alinhado com as demandas desta fase.&nbsp; Para que possamos tirar o máximo proveito da ação dos ácidos, bem como diminuir os desafios enfrentados após o desmame, é interessante alinhar as características de cada produto com os objetivos desejados. Nesse sentido, destacamos ser necessário o conhecimento do pKa e da ação bactericida relacionada ao ácido, bem como o entendimento sobre a estratégia de inclusão. Discutiremos abaixo o significativo de cada um desses itens, exemplificando com características do Axxis Safe Nitro, ácido comercializado pela FairFeed.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><strong>pKa</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O pKa pode ser entendido como o pH no qual metade de um ácido é dissociado e libera íons H+, sendo este íon o responsável pela acidificação do meio. Os ácidos utilizados para a nutrição de suínos são ácidos fracos, com pkA entre 3 a 5. Quanto menor o pKa de um ácido, maior será sua capacidade de reduzir o pH estomacal, visto que este se dissocia mais próximo ao estômago. À medida que o pKa de um ácido aumenta, ele tende a se dissociar principalmente no intestino.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Axxis Safe Nitro, por exemplo, é composto por ácidos com diferentes pKas, proporcionando a acidificação da porção estomacal e também garantindo a ação em regiões do intestino.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><strong>Ação bactericida</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os ácidos em sua forma não dissociada (quando ainda não liberaram os íons H+) são capazes de penetrar a barreira celular bacteriana e lesar a estrutura de patógenos. De maneira geral, consideramos que ácidos que tenham um maior pKa tendem a exercer melhor sua capacidade antimicrobiana, visto que não são facilmente dissociados em porções do sistema digestório mais próximas ao estômago, ficando em sua forma indissociada e aptos para penetrar na membrana celular bacteriana.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Axxis Safe Nitro tem em sua composição os ácidos cáprico e caprílico, que possuem pKa em torno 5 e, consequentemente, conseguem permanecer em sua forma indissociada em diferentes locais do intestino.&nbsp; De qualquer maneira, a proliferação de bactérias patogênicas como <em>E. Coli</em>, <em>Salmonella </em>e <em>Clostridium perfringens</em> é significativamente reduzida em pH menores que 5, algo que também é facilmente obtido com a adição dietética do Axxis Safe Nitro.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><strong>Estratégia de inclusão</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Essa etapa deve ser realizada junto a um técnico para alinhamento de questões técnicas e financeiras. O período de inclusão pode ser restrito apenas às duas primeiras semanas pós-desmame, por exemplo, visando atingir o período mais crítico da fase de creche. A inclusão em períodos mais tardios pode acontecer conforme a dinâmica sanitária de cada granja.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A inclusão do Axxis Safe Nitro pode ir de 1 kg/ton a 2 kg/ton, sendo necessário o acompanhamento de um técnico para ajuste preciso. Alguns ingredientes utilizados na dieta interferem diretamente na acidificação estomacal/intestinal e é o principal fator analisado para o ajuste da quantidade a ser incluída.</p>
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		<title>Leitegadas maiores exigem cuidado para não aumentar a mortalidade neonatal dos suínos</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2021 18:13:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Suínos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das principais metas dos produtores e da indústria de suínos nos últimos anos é aumentar o tamanho das leitegadas. Porém, nesse aumento os ganhos genéticos em prolificidade não são totalmente aproveitados. O maior número de animais vem acompanhado com o aumento da desuniformidade e menor viabilidade de leitões, sendo necessários cuidados especiais com os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Uma das principais metas dos produtores e da indústria de suínos nos últimos anos é aumentar o tamanho das leitegadas. Porém, nesse aumento os ganhos genéticos em prolificidade não são totalmente aproveitados. O maior número de animais vem acompanhado com o aumento da desuniformidade e menor viabilidade de leitões, sendo necessários cuidados especiais com os leitões que nascem com menor peso e que tendem a ser mais suscetíveis à mortalidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o número de leitões nascidos vivos aumentou em cerca de três unidades nos últimos dez anos. Esse avanço traz desafios relacionados à nutrição, sanidade e manejo adequado na fase de maternidade, principalmente devido à redução na uniformidade das leitegadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste artigo, vamos abordar porque nem todos os leitões aumentam o peso da leitegada e o manejo adequado dos animais que pode resultar em maiores ganhos, mesmo com os problemas enfrentados pelos produtores. Acompanhe!</span></p>
<p><b>Animais menores ao nascer ganham menos peso</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao final do período do desmame, os leitões com melhor peso tendem a ter o maior ganho de peso até o abate. Já os animais com menor peso ao nascer têm menor chance de sobrevivência e menor nível de reservas energéticas corporais, maior sensibilidade ao frio e demoraram mais tempo para atingir o complexo mamário, tendo dificuldade para escolher os melhores tetos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os leitões maiores tendem a ganhar mais peso do que os leitões menores na leitegada, provavelmente porque os maiores estimulam e drenam mais eficientemente os tetos, demandando mais nutrientes e hormônios da matriz para produção de leite (FRASER, 1990).</span></p>
<p><b>Menor imunidade</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de todos esses desafios, há mais um: o colostro não aumenta com o aumento da leitegada, portanto a quantidade de colostro por leitão é significativamente menor em leitegadas maiores. Segundo Le Dividich &amp; Noblet e Quiniou, a menor ingestão de colostro e leite resulta em menor aquisição de imunidade passiva, gerando um quadro de subnutrição, o que resulta no aumento da mortalidade pós-natal e comprometimento do desenvolvimento.</span></p>
<p><b>Oferecimento de energia é uma estratégia para reduzir a mortalidade</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo pesquisadores da Embrapa, as causas de mortalidade em leitões são complexas e exigem avaliações profundas em cada sistema de criação. As causas mais comuns são: esmagamento, hipotermia, hipoglicemia, canibalismo e infecções, das quais as três primeiras constituem 80% da mortalidade neonatal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para evitar a hipoglicemia, que pode levar a hipotermia e esmagamento, os pesquisadores da Embrapa orientam que é importante promover o rápido e constante fornecimento de energia. Entre essas fontes de energia alternativas está o uso de dietas líquidas, além de estratégias de alimentação com dietas complexas pré-iniciais e enriquecidas com leite e gordura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com as pesquisas, essas ações têm gerado bons resultados, afetando positivamente o crescimento de leitões pequenos durante ou após desmama, principalmente quando os animais são de baixo peso (Flemming, 2010).</span></p>
<p><b>Produção de suínos em família</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pesquisa desenvolvida pela Embrapa Suínos e Aves mostrou que quando os suínos são alojados em família, sem mistura com outras leitegadas, há bom nível de bem-estar, redução do estresse e diminuição na transmissão horizontal de agentes infecciosos do que em outros sistemas de produção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Normalmente, na produção de suínos, há a mistura de leitões de diferentes leitegadas de uma mesma granja ou de granjas diferentes no desmame ou saída da creche. Com isso, há maior transmissão e manifestação de problemas sanitários, além de estresse e brigas para o estabelecimento da hierarquia social na baia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O estudo desenvolvido por três anos na Embrapa visou o uso de um sistema alternativo de produção de suínos em baixa escala, utilizando princípio de produção em família, sem o uso de antimicrobianos promotores de crescimentos, preventivos e curativos, de uso coletivo nas rações e água, como alternativa aos pequenos produtores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
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		<title>Nutrição adequada para uma suinocultura eficiente e com custos reduzidos</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Apr 2021 21:23:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Suínos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A alimentação representa o principal custo para a produção de suínos. De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), ela representa de 60% a 80% dos investimentos totais na criação, variando conforme a fase do animal e dos preços dos ingredientes da dieta, principalmente do milho e do farelo de soja, principais insumos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A alimentação representa o principal custo para a produção de suínos. De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), ela representa de 60% a 80% dos investimentos totais na criação, variando conforme a fase do animal e dos preços dos ingredientes da dieta, principalmente do milho e do farelo de soja, principais insumos da alimentação desses animais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além do importante peso nos custos de produção, a alimentação também está diretamente relacionada ao desempenho dos animais e, consequentemente, ao retorno econômico da atividade. Por isso, é importante que o produtor tenha especial atenção na nutrição animal, para aliar de forma correta a eficiência e a redução dos custos da atividade.</span></p>
<p><b>Nutrição de precisão</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A chamada nutrição de precisão pode ser uma importante ferramenta para equacionar custos e produtividade. Segundo Pomar et al (2019), ela compreende com o uso de técnicas que permitem o fornecimento diário de quantidade e da composição nutricional correta do alimento para cada suíno do plantel.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para isso, é importante que o produtor conheça o valor nutricional dos ingredientes e as exigências nutricionais dos animais para daí formular uma dieta balanceada, ajustando de forma gradual o fornecimento dos nutrientes de acordo com as exigências de cada animal e dos estágios e condições de criação.</span></p>
<p><b>Estágios diferentes, dieta distinta</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após o desmame, os suínos têm três fases produtivas: creche, crescimento e terminação. Para cada uma delas há uma necessidade nutricional diferente, principalmente influenciada pelo potencial genético dos animais e pela dieta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo os pesquisadores da Embrapa, é importante lembrar que o comportamento alimentar e o desempenho dos animais também estão relacionados ao seu bem-estar, à ambiência, ao manejo e à sanidade, cabendo ao produtor saber contornar os desafios que surgem em cada uma das fases.</span></p>
<p><b>Creche:</b><span style="font-weight: 400;"> Aos 21 dias de vida, logo após o desmame, os leitões vão para a fase de creche. Os animais são separados da mãe, por isso, é um momento crítico, com a troca de ambientes, reagrupamento, formação de nova hierarquia, além de adaptação aos comedouros, bebedouros e nova dieta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com especialistas em nutrição, o consumo de alimento nessa fase representa 2,6% do total de ração à época do abate e o desempenho influencia até 30% no ganho de peso até o abate.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O ideal é oferecer aos animais rações complexas com ingredientes de alta qualidade e digestibilidade como leite em pó, concentrado proteico de soja, lactose cristalina, soro de leite, farinha de peixe, plasma sanguíneo, nucleotídeos, minerais orgânicos, leveduras, palatabilizantes, acidificantes e aromatizantes.</span></p>
<p><b>Crescimento: </b><span style="font-weight: 400;">Nesta fase, também chamada de engorda, os animais são separados por peso e a taxa de crescimento é acelerada. Ocorre normalmente aos 63 ou 70 dias da vida dos animais até os 100 a 110 dias, ou dos 25kg aos 29kg e dos 55kg aos 65 kg.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há mais velocidade de decomposição de tecido magro na fase do crescimento, por isso, o consumo alimentar tende a ser menor do que as exigências nutricionais, necessitando que as rações tenham bom aporte energético e proteico para a mantença e adequado crescimento muscular.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fase determinante para a qualidade da carne suína, é preciso alimentos que possam ser consumidos com mais rapidez, como os úmidos ou líquidos, mas também pode ser disponibilizadas diversas formas físicas de rações, como peletizadas, trituradas e fareladas.</span></p>
<p><b>Terminação:</b><span style="font-weight: 400;"> Fase final, de acabamento, antes do abate. Os animais precisam alcançar as características de carne exigidas pelo mercado, atingindo entre 90 a 100 kg. Na terminação, os suínos consomem mais alimentos que necessitam e a deposição de gordura é maior do que a de proteína.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os custos com alimentação nessa fase são maiores e é preciso fornecer rações balanceadas, compostas por ingredientes como milho, soja e cereais alternativos como sorgo, milheto, triguilho, triticale, além de resíduos agroindustriais. O fornecimento de macro e microminerais, além de vitaminas, são essenciais para a manutenção da saúde dos animais.</span></p>
<p><b>Senta que lá vem a história&#8230;</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora que você já sabe os principais pontos para fornecer uma dieta adequada para produzir suínos com alta qualidade a um preço adequado, que tal falarmos um pouquinho de como a nutrição tem sido pesquisada no Brasil?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como vimos, a nutrição é uma parte importante do processo de criação, mas é um assunto também bastante complexo, tendo sido necessários muitos estudos para chegarmos ao nível de conhecimento que temos hoje.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Embrapa Suínos e Aves é uma instituição importante nesse processo. Ela foi e é fundamental para desmistificar o uso de diferentes alimentos na produção de aves e suínos como o trigo, que até meados da década de 1990 era considerado exclusivo para uso humano e hoje é um importante ingrediente para a suinocultura, principalmente na entressafra do milho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outros ingredientes alternativos estudados pela Embrapa foram o farelo de canola, mandioca, sorgo, subprodutos do beneficiamento do arroz e subprodutos de origem animal. Tudo para fornecer mais opções para o produtor!</span></p>
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